PROGRAMA SÓCRATES / ERASMUS

 

 

 

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FAQ's

 

 

 

 

 

 

Como me candidatar à Acção Erasmus?

Preferivelmente, um ano antes de quereres realizar a mobilidade, deves dirigir-te ao Gabinete de Relações Internacionais - GRI ou ao Coordenador Erasmus para preencheres uma ficha de pré-inscrição.         

O período de pré-inscrição é aberto, em regra, anualmente nos meses de Dezembro a Fevereiro.

 

Porquê uma pré-inscrição com tanta antecedência?

Porque quando o período de pré-candidatura é aberto, o ISCE ainda não tem conhecimento do financiamento atribuído. Só numa fase já muito adiantada do ano lectivo é dado a conhecer ao ISCE o seu financiamento ERASMUS. Se as candidaturas fossem abertas só nessa altura, seria impossível ter todo o processo pronto de modo a que o aluno pudesse receber a bolsa antes de partir para a Instituição de Acolhimento.

 

Quais são os critérios de elegibilidade?

Só podem concorrer alunos matriculados num curso do ISCE que estejam a frequentar o 2.º ano ou anos seguintes.

Deves ter em conta que se fores aluno finalista e não tiveres disciplinas para fazer no ano lectivo seguinte, não poderás concorrer: é que a candidatura que fazes este ano implica que a mobilidade seja realizada só no próximo ano lectivo.

 

Para os meus estudos, o que implica a mobilidade?

Poderás frequentar disciplinas, mas será necessário de consultares o Programa de Estudos da Instituição parceira de modo a verificar a compatibilidade de programas. O acesso poderá ser feito directamente via Internet, ou poderás solicitar o mesmo junto do Coordenador do GRI, que te facilitará o acesso aos programas.

Após teres feito a tua escolha deverás consultar o Professor Coordenador do teu curso para um aconselhamento em relação às disciplinas a realizar. O pedido de equivalências é feito disciplina a disciplina, desde que os Programas sejam compatíveis com os Programas leccionados no ISCE. O teu Coordenador no Instituto dar-te-á todo o apoio para preparares o teu pedido de equivalência, que deverás fazer antes de partires para a Instituição de Acolhimento. Esse pedido será estudado pelo Coordenador Institucional, que indicará quais as disciplinas a que vais ter equivalência, tendo em conta os respectivos programas. Ficarás assim com a garantia de que quando voltares terás as equivalências solicitadas e não terás de repetir disciplinas.

 

Posso alterar o meu plano inicial de equivalências?

Se pretenderes alterar o teu plano de estudos depois de te encontrares na Instituição de Acolhimento, poderás fazê-lo desde que a alteração seja justificada e que a faças acompanhar dos respectivos programas curriculares e do documento necessário.

 

Posso sobreviver noutro País única e exclusivamente com esta Bolsa?

O facto de te encontrares a estudar no ISCE já tem custos mensais para ti. A Bolsa atribuída pela Acção ERASMUS serve apenas para cobrir a diferença de custo de vida entre Portugal e o teu país de destino. As Bolsas não são iguais, variam de acordo com o nível de vida de cada país: se fores para a Finlândia a tua bolsa será necessariamente maior do que se fores para Espanha. Além da bolsa Erasmus, o ISCE dar-te-á um complemento de bolsa.

A Bolsa é paga em duas tranches, preferencialmente antes de partires para o teu destino, e com a mesma deverás gerir as despesas de viagem e estadia.  Terás acesso a Residências de Estudantes (sempre que possível) e cantinas universitárias na Instituição de Acolhimento; o teu estatuto será semelhante ao de qualquer outro estudante da mesma. Como continuas a ser estudante do ISCE pagarás as tuas propinas do ISCE e não da Instituição de Acolhimento, assim como se fores bolseiro dos Serviços de Acção Social a tua Bolsa continuará a ser depositada na tua conta.

 

Posso concorrer mais do que uma vez ao Programa Erasmus?

Não. Apenas poderás usufruir do Programa uma vez, já que os fundos comunitários são limitados e pretende-se que o maior número possível de estudantes possa participar no Programa. Podes, no entanto, ser bolseiro de outros programas, como por exemplo o Leonardo Da Vinci. Para tal consulta o GRI.

 

Mobilidade: para quê?

A esta pergunta só podemos responder que são numerosas, por vezes inestimáveis, as mais valias resultantes de uma mobilidade realizada por um aluno. Podemos apontar, entre outras:

  • educação inter- e multicultural;
  • preparação ímpar para a vida activa;
  • desenvolvimento pessoal;
  • aperfeiçoamento do conhecimento e das capacidades de aprendizagem;
  • competências linguísticas;
  • conhecimento de outras culturas
  • acesso a novas tecnologias, a processos de organização e gestão inovadores

Os ex-bolseiros ficam dotados das chamadas competências “transversais”, conjunto de capacidades, conhecimentos e experiências necessárias ao sucesso profissional, tais como:

  • iniciativa;
  • flexibilidade;
  • adaptabilidade;
  • comunicação;
  • competências linguísticas; etc.

 

Em resumo: uma experiência de mobilidade internacional é sempre uma mais valia académica, pessoal e profissional que vem enriquecer e destacar qualquer Curriculum Vitae. É algo que num processo de selecção destaca sempre o candidato que refere essa experiência no seu Curriculum Vitae, conferindo-lhe uma competência profissional única e destacando uma personalidade e um desenvolvimento pessoal de grande interesse para qualquer empregador. Esta experiência internacional tem assim sempre repercussões positivas, enriquecedoras e gratificantes para os beneficiários.

 

 

 

Para informações complementares ou adicionais, podes dirigir-te pessoalmente ao Gabinete de Relações Internacionais, no ISCE de Odivelas ou contactá-lo pelo

e-mail:  gri@isce-odivelas.com

ou        isce-socrates.erasmus@clix.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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